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Organização do Ano Letivo

Despacho n.º 8322/2011, D.R. n.º 115, Série II, de 16 de junho, de 2011
Reduz a componente letiva dos docentes orientadores cooperantes que desempenham funções de orientação e supervisão pedagógica.

Despacho normativo n.º 6/2014, D.R. n.º 100, Série II, de 26 de maio de 2014
Concretiza os princípios consagrados no regime de autonomia, administração e gestão dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, designadamente no que diz respeito à organização do ano letivo 2014-2015.

Despacho n.º 9302/2014, D.R. n.º 136, Série II, de 17 de julho de 2014
Determina o número de créditos de tempos letivos a atribuir para o Programa de Desporto Escolar no ano letivo de 2014-2015.

 

Formação e Certificação

Portaria n.º 345/2008, de 30 de abril
Estabelece as condições em que podem ser concedidas dispensas para formação ao pessoal docente da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário.

Portaria n.º 731/2009, de 7 de julho
Cria o sistema de formação e de certificação em competências TIC (tecnologias de informação e comunicação) para docentes em exercício de funções nos estabelecimentos da educação pré-escolar e dos ensinos básicos e secundário.
(Alterada pelas Portarias n.º 224/2010, de 20 de abril e n.º 321/2013, de 28 de outubro).

Despacho n.º 1264/2010, D.R. n.º 12, Série II, de 19 de janeiro, de 2010
Aprova a lista de certificados e diplomas que permitem ao docente requerer a certificação de competências digitais.

Decreto-Lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro
Estabelece o regime jurídico da formação contínua de professores e define o respetivo sistema de coordenação, administração e apoio.

 

 

Licenças

Portaria n.º 281/2012, de 14 de setembro
Regulamenta a atribuição de licença sem vencimento aos docentes de carreira dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário na dependência do Ministério da Educação e Ciência, recrutados por associações de portugueses ou entidades estrangeiras, públicas ou privadas, que promovem e divulgam o ensino da língua e cultura portuguesas.

 

 

Equiparação a Bolseiro e Licença Sabática

Portaria n.º 345/2008, de 30 de abril
Estabelece as condições em que podem ser concedidas dispensas para formação ao pessoal docente da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário.

Portaria n.º 731/2009, de 7 de julho
Cria o sistema de formação e de certificação em competências TIC (tecnologias de informação e comunicação) para docentes em exercício de funções nos estabelecimentos da educação pré-escolar e dos ensinos básicos e secundário.
(Alterada pela Portaria n.º 224/2010, de 20 de abril).

Despacho n.º 1264/2010, D.R. n.º 12, Série II, de 19 de janeiro, de 2010
Aprova a lista de certificados e diplomas que permitem ao docente requerer a certificação de competências digitais.

 

 

Mobilidade

Decreto-Lei n.º 124/2008, de 15 de julho
Segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 224/2006, de 13 de novembro, estabelecendo as condições de colocação em situação de mobilidade especial dos docentes declarados incapazes para o exercício da atividade docente e um regime excecional de acesso à colocação em estabelecimento de educação ou de ensino, bem como a possibilidade de colocação em situação de mobilidade especial para os docentes com ausência de componente letiva.

Lei n.º 23/2009, de 21 de maio
Consagra a garantia de intercomunicabilidade entre os docentes provenientes das Regiões Autónomas com o restante território nacional.

Despacho n.º 13399/2009, D.R. n.º 110, Série II, de 8 de junho, de 2009
Mobilidade de pessoal docente.

Despacho n.º 6042/2012, D.R. n.º 89, Série II, de 08 de maio, de 2012
Mobilidade interna por condições específicas dos docentes da carreira dos estabelecimentos de ensino da rede pública de Portugal Continental e das Regiões Autónomas.
(Ver Declaração de Retificação n.º 653/2012).

Despacho n.º 7960/2013, D.R. n.º 116, Série II, de 19 de junho de 2013
Mobilidade por motivo de doença dos docentes de carreira dos estabelecimentos de ensino da rede pública de Portugal Continental e das Regiões Autónomas.

Despacho n.º 6969/2014, D.R. n.º 102, Série II, de 28 de maio de 2014
Define as regras necessárias para os docentes requererem mobilidade por motivo de doença.

 

Professores Classificadores e Relatores

Despacho n.º 18060/2010, D.R. n.º 234, Série II, de 03 de dezembro, de 2010
Estabelece as regras de apresentação das propostas de docentes para o exercício da função de professores classificadores dos exames nacionais dos ensinos básico e secundário.
(Ver Declaração de retificação n.º 2642/2010 ; alterado pelo Despacho n.º 6025/2011, de 06 de abril, de 2011).

Despacho n.º 6025/2011, D.R. n.º 68, Série II, de 06 de abril, de 2011
Alteração do Despacho n.º 18060/2010, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 234, de 3 de dezembro de 2010.

Despacho n.º 10809/2011, D.R. n.º 168, Série II, de 01 de setembro, de 2011
Determina o pagamento aos professores relatores e especialistas dos ensinos básico e secundário pela reapreciação de provas de exames.

Despacho n.º 4168-B/2014, D.R. n.º 55, Suplemento, Série II, de 19 de março de 2014
Define as condições de operacionalização do processo de classificação do teste diagnóstico de Inglês, bem como os deveres e os direitos dos professores classificadores.

 

 

 

Professor Bibliotecário

Portaria n.º 756/2009, de 14 de julho
Estabelece as regras de designação de docentes para a função de professor bibliotecário e para a função de coordenador interconcelhio para as bibliotecas escolares.
(Alterada pelas Portarias n.º 558/2010, de 22 de julho, n.º 76/2011, de 15 de fevereiro e n.º 203-A/2013, de 19 de julho.).

Portaria n.º 558/2010, de 22 de julho
Altera o anexo I à Portaria n.º 756/2009, de 14 de julho, que estabelece as regras de designação de docentes para a função de professor bibliotecário e para a função de coordenador interconcelhio para as bibliotecas escolares.
(Alterada pelas Portarias n.º 76/2011, de 15 de fevereiro e n.º 203-A/2013, de 19 de julho).

Portaria n.º 76/2011, de 15 de fevereiro
Segunda alteração à Portaria n.º 756/2009, de 14 de Julho, que estabelece as regras de designação de docentes para a função de professor bibliotecário e para a função de coordenador interconcelhio para as bibliotecas escolares.
(Alterada pela Portaria n.º 203-A/2013, de 19 de julho.).

Portaria n.º 230-A/2013, de 19 de julho de 2013
Terceira alteração à Portaria n.º 756/2009, de 14 de julho, que estabelece as regras de designação de docentes para a função de professor bibliotecário e para a função de coordenador interconcelhio para as bibliotecas escolares (ver Declaração de Retificação n.º 37/2013. D.R. n.º 160, Série I de 2013-08-21).

 

 

 

Prova de Avaliação de Conhecimentos e de Capacidades

Decreto Regulamentar n.º 3/2008, de 21 de janeiro
Estabelece o regime da prova de avaliação de conhecimentos e competências prevista no artigo 22.º do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
(Alterado pelo Decreto Regulamentar n.º 27/2009, de 6 de outubro, pelo Decreto-Lei n.º 75/2010, de 23 de junho e pelo Decreto Regulamentar n.º 7/2013, de 23 de outubro).

Despacho n.º 14293-A/2013
, D.R. n.º 214, Suplemento, Série II, de 5 de novembro de 2013
Define o calendário de realização da prova de conhecimentos e capacidades, as condições de aprovação e os valores a pagar pela inscrição, consulta e pedido de reapreciação da mesma.
(Alterado pelo Despacho n.º 9316-A/2014, D.R. n.º 136, Série II, Suplemento, de 17 de julho de 2014).

Aviso n.º 14185-A/2013
, D.R. n.º 224, 3.º Suplemento, Série II, de 19 de novembro de 2013
É publicado o aviso de abertura relativo à inscrição dos candidatos para a realização da prova de avaliação de conhecimentos e de capacidades para o exercício da função docente, no qual se explicitam os procedimentos a adotar pelos candidatos, prazos de inscrição e locais de realização da prova.
(Alterado pelo Aviso n.º 14712-A/2013, D.R. n.º 231, 2.º Suplemento, Série II, de 28 de novembro de 2013).

Aviso n.º 14962-A/2013
, D.R. n.º 236, Suplemento, Série II, de 05 de dezembro de 2013
Aditamento ao aviso n.º 14185-A/2013, de 19 de novembro, com as alterações introduzidas pelo aviso n.º 14712-A/2013, de 28 de novembro.

Despacho n.º 7949/2014, D.R. n.º 115, Série II, de 18 de junho de 2014
Nomeação dos vogais que constituem o júri nacional da prova de avaliação de conhecimentos e capacidades, prevista no artigo 22.º do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 139-A/90, de 28 de abril.

 

 

 

Programa de Rescisões por Mútuo Acordo

Portaria n.º 332-A/2013, de 11 de novembro
Regulamenta o Programa de Rescisões por Mútuo Acordo de Docentes integrados na Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
(Ver Portaria n.º 69/2014, de 14 de março).

Despacho n.º 15276/2013, D.R. n.º 227, Série II, de 22 de novembro de 2013
Define o modo de entrega dos requerimentos sobre o Programa de Rescisões por Mútuo Acordo de Docentes.

Portaria n.º 69/2014, de 14 de março
Prorroga até 30 de junho de 2014 o prazo previsto no n.º 1 do artigo 8.º da Portaria n.º 332-A/2013, de 11 de novembro, que regulamenta o Programa de Rescisões por Mútuo Acordo de Docentes integrados na Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

 

 

Informação retirada de : http://www.sec-geral.mec.pt

 


Portaria n.º 240/2011, de 21 de junho
Estabelece as adaptações aplicáveis à avaliação do desempenho dos docentes com uma relação jurídica de emprego público com o Ministério da Educação em exercício efetivo de funções docentes integrados em mapas de pessoal dos estabelecimentos ou instituições de ensino dependentes do Ministério da Defesa Nacional.

 

Decreto Regulamentar n.º 26/2012, de 21 de fevereiro
Regulamenta o sistema de avaliação do desempenho do pessoal docente da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário e revoga o Decreto Regulamentar n.º 2/2010, de 23 de junho.
(Ver Declaração de Retificação n.º 20/2012).

 

Despacho normativo n.º 19/2012, D.R. n.º 159, Série II, de 17 de agosto de 2012
Revogação do despacho normativo n.º 24/2010, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 186, de 23 de setembro de 2010.
(Ver Declaração de retificação n.º 1102/2012, D.R. n.º 169, Série II, de 31 de agosto de 2012).

 

Despacho n.º 12567/2012, D.R. n.º 187, Série II, de 26 de setembro de 2012
Estabelece os universos e os critérios para a determinação dos percentis relativos à atribuição das menções qualitativas aos docentes integrados na carreira.

 

Despacho n.º 12635/2012, D.R. n.º 188, Série II, de 27 de setembro de 2012
Determina a correspondência entre a avaliação obtida no SIADAP nas menções qualitativas específicas previstas no artigo 46.º do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

 

Despacho n.º 13981/2012, D.R. n.º 208, Série II, de 26 de outubro de 2012
Estabelece os parâmetros nacionais para a avaliação externa da dimensão científica e pedagógica a realizar no âmbito da avaliação do desempenho docente.
(Ver Declaração de retificação n.º 1451/2012, D.R. n.º 216, Série II, de 08 de novembro de 2012).

 

Despacho normativo n.º 24/2012, D.R. n.º 208, Série II, de 26 de outubro de 2012
Regulamenta o processo de constituição e funcionamento da bolsa de avaliadores externos, com vista à avaliação externa da dimensão científica e pedagógica.

 

Portaria n.º 15/2013, de 15 de janeiro
Define regimes de exceção no sistema de avaliação do desempenho do pessoal docente consagrado no Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, e revoga a Portaria n.º 926/2010, de 20 de setembro.

 

Informação retirada de : http://www.sec-geral.mec.pt


 

Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de janeiro
Sétima alteração do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 139-A/90, de 28 de abril, e altera o regime jurídico da formação contínua de professores, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 249/92, de 9 de novembro.
(Alterado pelos Decreto-Lei n.º 270/2009, de 30 de setembro, n.º 75/2010, de 23 de junho, n.º 41/2012, de 21 de fevereiro e, Decreto-Lei n.º 146/2013, de 22 de outubro, aditado pela Lei n.º 7/2014, de 12 de fevereiro).

Decreto Regulamentar n.º 4/2008, de 5 de fevereiro
Define a composição e o modo de funcionamento do conselho científico para a avaliação de professores.

Portaria n.º 343/2008, de 30 de abril
Fixa as funções ou cargos a identificar como de natureza técnico-pedagógica.
(Alterada pela Portaria n.º 966/2009, de 25 de agosto).

Despacho n.º 21666/2009, D.R. n.º 188, Série II, de 28 de setembro
Define as regras da realização do período probatório previsto no Estatuto da Carreira Docente.

Despacho n.º 16504-A/2013, D.R. n.º 246, Suplemento, Série II, de 19 de dezembro de 2013
Estabelece as condições e procedimentos relativos ao período probatório dos docentes.

 

Informação retirada de : http://www.sec-geral.mec.pt


 

Presidente

Mariana Isabel Moura

Docentes

Ana Maria Frutuoso Oliveira

Ana Cristina Sousa Neves

Cecilia Fernanda Costa

Natividade Conceição S. M. Rodrigues

Jesuína Ferraz Fonseca

Mariana Isabel Moura

Susana Maria Silva Cardoso

Não Docentes

Madalena Cláudia Rocha Oliveira

Maria Madalena de Sousa Martins Azevedo

Rosa Amélia Sousa Ferreira

Pais / Encarregados de Educação

Joaquim Manel Pinto Vieira

Silvia Rute Sousa

Susana Alexandra da Cruz Martins

Jorge Bento

Autarquia

Elsa Flores

Rui Conceição

Pedro Vieira

Comunidade Local

ACES Gondomar – Sílvia M. Dinis Barbosa

LIPOR –  Isabel Bernardo

Bicafé Portugal -  Jorge M. Gonçalves Ribeiro

Aluno

Helder Daniel Durães Marques 

 


 

Presidente

Ana Luísa Henriques Moniz Rodrigues Xavier

Vice-Presidente

Filomena Ilda Marques Araújo Martins Rocha

Secretária

Madalena Cláudia da Rocha Oliveira

 


 

Diretor(a) do Agrupamento

Dra. Ana Luísa Xavier

Subdiretor(a)

Dra. Aida Machado

Adjunto(a) da Diretora

Dra. Filomena Rocha

Dra. Goreti Portela

Assessor Técnico-Pedagógico

Dr. Jorge Aragão

Dr. Lusia Martins

Dr.Vitor Ribeiro

 

 

 

 


 

 

Diretora do Agrupamento

Dra. Ana Luísa Xavier

Coordenadores dos Departamentos Curriculares

Línguas

Dra. Olga Salgado

Ciências Sociais e Humanas

Dra. Rosa Amena Lopes

Matemática e Ciências Experimentais

Dra. Laurinda Macedo

Expressões

Dra. Natércia Romano

Coordenadora do 1º. Ciclo

Dra. Teresa Ramos

Coordenadora do Pré-Escolar

Dra. Fátima Cangueiro

 

Coordenadoras dos Diretores de Turma

Dra. Conceição Mendonça (2.º ciclo)

Dra. Helena Felgueiras (3.º Ciclo)

Representante do Serviço de Psicologia e Orientação

Dra. Isabel Magno

Coordenadora dos Cursos Novas Oportunidades

Dra. Lusia Martins

Coordenadora da Equipa Multidisciplinar

Dra. Maria Goreti Portela

Coordenadora da Biblioteca Escolar C.R.E

Dra. Maria Antónia Silva

Coordenadora TEIP

Dra. Ana Paula Lino

 


A administração e gestão do agrupamento é assegurada por órgãos próprios, aos quais cabe cumprir os princípios e objetivos nos artigos 3º e 4º do Decreto-lei n.º. 75/2008, de 22 de abril.

 

São orgãos de direção, administração e gestão do agrupamento:

 

  • Conselho Geral;
  • Diretor;
  • Conselho Pedagógico;
  • Conselho Administrativo.

 

O Conselho Geral é o orgão de direção estratégica responsável pela definição das linhas orientadoras da atividade do Agrupamento, com respeito pelos princípios consagrados na Constituição da República e na Lei de Bases do Sistema Educativo. Para visualizar os elementos constituintes, clique aqui.

 

O Diretor é o orgão de administração e gestão do Agrupamento nas áreas pedagógica, cultural, administrativa, financeira e patrimonial. Para visualizar os elementos constituintes da Direção, clique aqui.

 

O Conselho Pedagógico é o orgão de coordenação e supervisão pedagógica e orientação educativa do Agrupamento, nomeadamente nos domínios pedagógico-didático, da orientação dos alunos e da formação inicial e contínua do Pessoa Docente e Não-Docente.  Para visualizar os elementos constituintes, clique aqui.

 

O Conselho Administrativo é o orgão deliberativo em matéria administrativo-financeira do Agrupamento, nos termos da legislação em vigor. Para visualizar os elementos constituintes, clique aqui.

 

Para mais informações, consulte o regulamento interno.


A prestação de serviços nesta área, rege-se por princípios fundamentais de Educação Inclusiva, nomeadamente: a identificação e supressão das barreiras ao desenvolvimento, à aprendizagem e à participação dos alunos na vida escolar e da comunidade; a promoção de respostas educativas para todos os alunos, independentemente das suas singularidades e necessidades; a promoção da igualdade de oportunidades no processo de ensino-aprendizagem; O fomento da possibilidade dos alunos se desenvolverem e aprenderem de acordo com as suas capacidades, competências, talentos e preferências.

 

O Grupo de Educação Especial integra docentes com formação especializada. A sua ação abrange todos os edifícios escolares do Agrupamento e ainda uma Unidade de Multideficiência.

 

Na prestação de um Serviço Educativo de qualidade, o Grupo de Educação Especial procura promover condições desenvolvimentais e educativas de plena inclusão escolar e social dos alunos com Necessidades Educativas Especiais de caráter permanente, em articulação com outras estruturas educativas e da comunidade; Procura também contribuir para o sucesso educativo de todos os alunos, através do fomento de estratégias pedagógicas e educativas diversificadas e diferenciadas; Por fim, dirige a sua ação para a cooperação na promoção da qualidade educativa e do sucesso académico incentivando o debate e a discussão de temáticas relevantes e fomentando o desenvolvimento profissional e a informação/formação da Comunidade Educativa.

 

A existência de uma grande prevalência de alunos com disfunções várias, como referido, implica a afetação de recursos humanos e materiais que permitirão colmatar estes problemas. O facto de o percentual destes alunos se situar 4 vezes acima da média nacional é significativo e justifica ações de fundo para diminuir as barreiras ao desenvolvimento desta população.

 

Apesar de todas as medidas adotadas relativamente a alunos com Necessidades Educativas Especiais, o seu elevado número exige o aumento de apoios a prestar a estas crianças.

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