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E foi assim no dia 27 de janeiro de 2023... a 1ª Apresentação do Livro do jovem escritor de 17 anos, Gonçalo Figueiredo!
Ao longo de várias semanas, alunos de diferentes anos de escolaridade contactaram com o livro Riviera do Norte, exploraram os seus textos e poemas em português e em inglês, prepararam a sua leitura em público, e elaboraram questões para colocarem ao autor.
Embora este projeto fosse dirigido especialmente aos 9ºs anos, no âmbito da Orientação Vocacional, também os alunos do 6º e do 7º anos leram e interpelaram criativamente o Autor ao longo da sessão; questionaram o âmago dos temas do livro: o Amor, a Mudança de projetos, a Adversidade e os obstáculos da vida, a Escrita como forma de resiliência, a Arte e, claro, a Difícil edificação do futuro individual de cada um.
O Serviço de Psicologia e Orientação agradece veementemente a colaboração das Professoras Julieta Barbosa, Ana Paula Carvalho, Rosa Amena, Ana Paula Lino e Cecília Costa, que orientaram e entusiasmaram os alunos nas suas aulas, e os conduziram às interessantíssimas reflexões da sessão.
Não podemos deixar de agradecer à Biblioteca / CRE e à Direção, que apoiaram de imediato esta iniciativa. E, por último, resta-nos uma palavra de admiração pela exímia, criativa e interpelativa apresentação da Professora Maria da Luz Melo, que iluminou as formas de expressar do Autor e as tornou Our Home!
Parabéns, Gonçalo Figueiredo, pela tradução das nossas inquietações para a linguagem dos poemas
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No dia 27 de janeiro de 2023, o nosso Agrupamento participou, com 27 alunos, nas provas de atletismo do Corta-Mato Distrital.
As provas realizaram-se em Santo Tirso, no Parque Urbano Sara Moreira, com cerca de 2000 participantes. A manhã estava repleta de Sol, apesar dos percalços da chegada e da partida, muito demorados ...
Todos participaram com empenho e atitude desportiva!
Parabéns!
Grupo de Educação Física
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Esta tarde, o Clube Ciência Viva na Escola coloriu-se de muita curiosidade, interesse e borboletas garridas e esvoaçantes. Foi uma tarde de borboletas, a biodiversidade a voar pelos ares! Mas, afinal, o que as borboletas têm a ver com as alterações climáticas? Os nossos "Jovens Exploradores da Ciência" estavam muito curiosos e atentos!
As borboletas são um dos insetos mais facilmente reconhecidos pelo olho humano. São também uma das melhores formas de identificar a perda de biodiversidade no mundo dos insetos. Muito sensíveis às alterações climáticas, as borboletas (e os insetos) estão a desaparecer. As alterações climáticas têm muitas faces e a perda de biodiversidade é “só” uma delas. As borboletas estão na linha da frente nesta batalha e servem de reflexo para os restantes insetos. Em Portugal estima-se que cerca de 10% das espécies de borboletas diurnas estejam em risco de extinção. Através de uma breve "viagem por espécies diurnas comuns no nosso país", estes "Exploradores da Ciência" ficaram a saber quantas espécies há em Portugal, o que causa o desaparecimento de borboletas, a sua morfologia e a metamorfose. Afinal, o tempo médio de vida depende da espécie e da geração da borboleta. E as asas das borboletas? Pode não parecer, mas estão cobertas de pequeníssimas escamas coloridas e sobrepostas que lhes garantem a estrutura e firmeza de que precisam para voar. As escamas também ajudam a regular a temperatura corporal, refletindo ou absorvendo a luz solar. Conversamos, ainda, sobre a migração, o que distingue uma borboleta de uma traça, a polinização de flor em flor, a camuflagem e sobre as 60 espécies diurnas comuns em todo o território português.
Mas, não ficamos por aqui! Com engenho e criatividade, aliamos a ciência à arte e criamos uma borboleta de muda de cor! Afinal, a poesia da criatividade também se veste de CIÊNCIA e de ARTE!
Viva a Ciência! Viva o AESPC!
Ana Cachide / Clube Ciência Viva na Escola
As borboletas são um dos insetos mais facilmente reconhecidos pelo olho humano. São também uma das melhores formas de identificar a perda de biodiversidade no mundo dos insetos. Muito sensíveis às alterações climáticas, as borboletas (e os insetos) estão a desaparecer. As alterações climáticas têm muitas faces e a perda de biodiversidade é “só” uma delas. As borboletas estão na linha da frente nesta batalha e servem de reflexo para os restantes insetos. Em Portugal estima-se que cerca de 10% das espécies de borboletas diurnas estejam em risco de extinção. Através de uma breve "viagem por espécies diurnas comuns no nosso país", estes "Exploradores da Ciência" ficaram a saber quantas espécies há em Portugal, o que causa o desaparecimento de borboletas, a sua morfologia e a metamorfose. Afinal, o tempo médio de vida depende da espécie e da geração da borboleta. E as asas das borboletas? Pode não parecer, mas estão cobertas de pequeníssimas escamas coloridas e sobrepostas que lhes garantem a estrutura e firmeza de que precisam para voar. As escamas também ajudam a regular a temperatura corporal, refletindo ou absorvendo a luz solar. Conversamos, ainda, sobre a migração, o que distingue uma borboleta de uma traça, a polinização de flor em flor, a camuflagem e sobre as 60 espécies diurnas comuns em todo o território português.
Mas, não ficamos por aqui! Com engenho e criatividade, aliamos a ciência à arte e criamos uma borboleta de muda de cor! Afinal, a poesia da criatividade também se veste de CIÊNCIA e de ARTE!
Viva a Ciência! Viva o AESPC!
Ana Cachide / Clube Ciência Viva na Escola
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Hoje, 19 de janeiro de 2023, os alunos do 6.º B aprenderam a programar o robô mBot na aula de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). O mBot Makeblock é um robô educacional que permite que os nossos alunos possam dar os primeiros passos ao nível da programação, da eletrónica e da robótica. O mBot é de fácil montagem e oferece infinitas possibilidades de aprender STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Matemática). Para além disso, o software mBlock de programação gráfica drag-and-drop (arrastar e largar), desenvolvido com base no Scratch, fornece uma maneira rápida de aprender a programação, controlar o robô e realizar várias funções.
As partes eletrónicas do mBot são desenvolvidas com base no sistema de código aberto Arduino o que garante que o mBot seja bastante versátil e permita diferentes níveis de aprendizagens.
A professora Telma Neto.
Pág. 187 de 281






































































