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As atividades do PDC - CIÊNCIA PARA TODOS (www.cienciaparatodos.pt) continuam a sua caminhada pela ciência e tecnologia para todos no Clube Ciência Viva na Escola do AESPC. Desta vez, levaram os “Jovens Cientistas” do Clube numa breve viagem pelo mundo da “Indústria e Aplicações do Cobre”. O cobre é um elemento químico (Cu) metálico de cor vermelha-pálida, maleável, dúctil e relativamente macio. Na Natureza, o cobre encontra-se no estado puro – nativo – ou em minerais. Desde há 5 000 anos que a calcopirite é o minério de cobre mais importante. Devido às suas características excecionais na condução da eletricidade, o cobre, destaca-se nas aplicações em equipamentos elétricos, permutadores de calor industriais e, naturalmente, na condução e distribuição da própria eletricidade.
O cobre tem sido um elemento muito importante ao longo da história da Humanidade, quer na produção de utensílios/objetos de adorno, quer na economia e na cunhagem de moeda. Desempenha, também, um papel relevante no combate à transmissão de doenças! O cobre tem propriedades antimicrobianas que são eficazes contra uma ampla variedade de micro-organismos causadores de doenças. Nos hospitais, a utilização de cobre e de ligas de cobre em superfícies frequentemente tocadas pode reduzir o número de pacientes que adquirem infeções durante o seu internamento.
Nesta “viagem dialógica”, para ficarmos a saber um pouco mais sobre o cobre foi preciso descer até uma pequena cidade existente a 500 m de profundidade na Mina de Neves Corvo (distrito de Beja, Baixo Alentejo), sendo que a 500 m mais abaixo também se trabalha na exploração de novas jazidas. Esta mina é a maior da Europa, no concentrado de cobre. Máquinas perfuradoras, pás carregadoras, camiões, carrinhas de caixa aberta, oficinas mecânicas, depósitos de material, escritórios, salas de controlo de máquinas comandadas à distância, câmaras de videovigilância, centrais de britagem, casas de banho, refeitórios, salas de descanso, muitas condutas de ar e, por último, mas não menos importante, 160 quilómetros de túneis e galerias. Ali trabalham centenas de pessoas em permanência, 24 horas por dia, divididas em 3 turnos. Todo o minério é trazido do fundo da mina por 2 elevadores (com capacidades para 17 toneladas). Sobem a uma velocidade de 13 m/s e descarregam o minério em tapetes rolantes que o levam para a lavaria. Ali é transformado em pó, ao que se adiciona água e reagentes químicos, com o objetivo de separar o concentrado de cobre do “resto”. Obtido o concentrado, segue de comboio até ao porto de Setúbal, de onde é exportado para 4 países (Brasil, Suécia, Bulgária e Alemanha).
Foi assim, neste contexto, que o desafio desta tarde de 5.ª feira foi colocado em cima da mesa do laboratório! Fazer uso do efeito químico da corrente elétrica para cobrear metais! Adoro trabalhar com a minha EQUIPA!
A CIÊNCIA faz bem, é inclusiva e é mesmo para TOD@S!
Ana Cachide / Clube CVnE / PDC-Ciência Para Todos
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Em 1989, uma mulher norte americana (Bonnie Finney) amarrou uma fita azul na antena do carro, em homenagem ao seu neto, vítima mortal de maus-tratos. Com esse gesto quis “fazer com que as pessoas se questionassem”. A repercussão desta iniciativa foi de tal ordem que abril passou a ser o Mês Internacional da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância.
A história que Bonnie Finney contou aos elementos da sua comunidade foi trágica: o seu neto já tinha morrido de forma brutal por ter sido espancado pela mãe e pelo namorado.
E porquê azul? Porque, apesar do azul ser uma cor bonita, Bonnie Finney não queria esquecer os corpos cheios de nódoas. O azul, que simboliza a cor das lesões, servir-lhe-ia por isso como uma imagem constante na sua luta na proteção das crianças contra os maus-tratos.
Esta campanha, que começou como uma homenagem desta avó aos netos, expandiu-se e, atualmente, muitos países usam as fitas azuis, durante o mês de abril, em memória daqueles que morreram ou são vítimas de abuso infantil e também como forma de apoiar as famílias e fortalecer as comunidades, nos esforços necessários para prevenir o abuso infantil e a negligência.
Em Portugal, a campanha, simbolizada pelo Laço Azul, é amplamente divulgada por todo o território, quer pela Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens, quer pelas CPCJ, que realizam numerosas ações de prevenção contra os maus-tratos.
Texto retirado do sítio: https://www.cnpdpcj.gov.pt/mes-da-prevencao-dos-maus-tratos-na-infancia
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Na tarde de 08 de fevereiro, a Equipa do Clube Ciência Viva na Escola do AESPC e o seu parceiro de atividades (PDC-CIÊNCIA PARA TODOS, www.cienciaparatodos.pt) terminam a grande aventura em que andaram envolvidos durante o mês de janeiro! Chega o grande momento tão esperado por todos! A montagem da exposição interativa “Encontro da CIÊNCIA, ARTE & POESIA – A Química do Amor” para toda a Comunidade Escolar/Educativa do Agrupamento de Escolas de São Pedro da Cova.
A exposição é constituída por um conjunto de atividades interativas e de infografias de índole científica, artística e poética que representam a visão da autora sobre a interligação da Ciência, Arte e Poesia numa temática celebrativa da “Ciência do Amor” e o “Amor na Ciência”. Por outro lado, a exposição reflete o pensamento poético do cientista Richard Dawkins (“existe poesia no mundo real (na natureza), a ciência é a poesia da realidade”), porque, de facto, a ciência está escrita no Livro da Natureza e a ciência também é feita de poesia! É sem dúvida uma boa razão para dar espaço à poesia e fazer da sua voz um eco da celebração do Amor e da Amizade na Comunidade Escolar/Educativa do AESPC. Esta aventura foi concluída com sucesso! A etapa seguinte é envolver o público (Comunidade Escolar/Educativa) neste ENCONTRO DA CIÊNCIA, ARTE & POESIA!
Este projeto tem a mentoria e a ideia criativa e produtiva do Projeto de Divulgação Científica – CIÊNCIA PARA TODOS (PDC-CPT). Desde 2014 que o PDC-CPT (www.cienciaparatodos.pt) caminha pelas ruas, pelas praias, pelas escolas e participa em diversos eventos, levando a ciência e a tecnologia através dos seus "Objetos de Ciência" de baixo custo, que envolvem o público através de Oficinas STEAM, Laboratórios Hands-On e/ou exposições temporárias e interativas. Todo este trabalho tem sido desenvolvido sem qualquer custo para o publico participante, nomeadamente crianças e jovens. A este é pedido, "apenas", que dedique um pouco do seu tempo à ciência através da sua participação nas atividades.
A CIÊNCIA faz bem, é inclusiva e é mesmo para TOD@S!
Ana Cachide / Clube CVnE / PDC-Ciência Para Todos
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No dia 20 de março é comemorado, em todo o mundo, o Dia Internacional da Francofonia. Este dia celebra não só a língua francesa, mas também os valores de solidariedade e diálogo entre as culturas francófonas do mundo.
Assim, para celebrar este dia os alunos das turmas: 7 D, 7 E, 7 F, 8 D, 8 E, 8 F, 9 A, 9 B e 9 F da docente de francês Andreia Gomes celebraram a importância da língua francesa com a realização de uma exposição sobre os países, museus, atores e cantores francófonos.
Parabéns a todos os alunos envolvidos!
Vive le Français!
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